Close Menu
  • Home
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
  • Cadastre-se
  • Quem Somos
  • Contato
  • Anuncie
  • Pauta Editorial 2026
  • Últimas Notícias NI

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Branding fortalece a conexão das farmacêuticas com os consumidores

15/07/2026 · 09:30

EMA intensifica os esforços em relação a medicamentos para a saúde da mulher

13/07/2026 · 10:18

Conflito no Oriente Médio pressiona produção farmacêutica na Europa

13/07/2026 · 10:08
Instagram LinkedIn
  • Pauta Editorial 2026
  • Anuncie
  • > Newsletter
  • Contato
LinkedIn Instagram
Pharma InnovationPharma Innovation
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
Newsletter
  • Home
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
  • Cadastre-se
  • Quem Somos
  • Contato
  • Anuncie
  • Pauta Editorial 2026
  • Últimas Notícias NI
Instagram LinkedIn
Pharma InnovationPharma Innovation
Início » Método pode agilizar a descoberta de novos antibióticos
Ciência & Tecnologia Por Johnny6 minutos de leitura12/07/2022 · 14:57

Método pode agilizar a descoberta de novos antibióticos

Compartilhe WhatsApp LinkedIn Email Copy Link
Siga-nos:
Instagram LinkedIn
WhatsApp LinkedIn Email Copy Link

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) testaram com sucesso uma técnica que permite avaliar em tempo real como e com que eficiência potenciais novos medicamentos se ligam a proteínas-alvo de bactérias vivas.

Conhecido como BRET (sigla em inglês para transferência de energia luminescente), o método foi descrito em artigo publicado nesta segunda-feira (11/07) na revista ACS Infectious Diseases. Segundo os autores, o processo abrevia as etapas mais convencionais de descoberta de fármacos e acelera a busca por novos compostos de ação antibiótica.

Como explica Rafael Couñago, coautor do estudo, um antibiótico para ser efetivo precisa vencer inúmeros obstáculos. O primeiro deles é atravessar as membranas externas da bactéria e entrar na célula. Depois é preciso permanecer no interior do microrganismo, driblando as bombas de efluxo (proteínas que forçam a saída de agentes antimicrobianos) e também as enzimas modificadoras de antibióticos.

“Encontrar compostos que possam driblar todas as defesas bacterianas e que também sejam seguros para o hospedeiro humano está longe de ser algo trivial”, afirma Couñago, pesquisador principal do Centro de Química Medicinal (CQMED), que é apoiado pela FAPESP. O grupo contou com a colaboração de pesquisadores do Canadá.

Atualmente, as duas principais estratégias para identificar e desenvolver novos antimicrobianos são o ensaio bioquímico e o ensaio celular. No primeiro, o composto é testado in vitro apenas com a proteína-alvo purificada da bactéria para verificar se há interação. A segunda estratégia é aplicar o composto na bactéria e checar se ele é capaz de matá-la.

Ambas as abordagens têm pontos fracos. O ensaio bioquímico não garante que o composto terá o mesmo comportamento na célula “A potência in vitro do composto nem sempre se relaciona com a atividade celular”, conta Rebeka Fanti, primeira autora do estudo, desenvolvido no CQMED durante seu mestrado.

Já o ensaio celular não deixa claro qual é o mecanismo de ação que levou a bactéria à morte, o que prejudica os aprimoramentos do composto. “É muito difícil você saber qual que é o alvo que esse composto está atingindo”, comenta Couñago.

O grupo decidiu então testar a técnica BRET, criada em 1999 e utilizada desde essa época para diversas aplicações.

“O interessante desse método é que conseguimos avaliar a interação de uma proteína-alvo com um candidato a fármaco na célula bacteriana viva”, diz Fanti. A novidade abriu um novo horizonte de pesquisas em química medicinal, permitindo o estudo sobretudo no chamado ensaio de engajamento, que avalia o comportamento de pequenas moléculas na célula.

Entretanto, até então, o método só havia sido testado em células de mamíferos cultivadas em laboratório. Neste artigo, os pesquisadores testaram em dois patógenos humanos Escherichia coli, que pode causar infecções urinárias graves, e Mycobacterium abscessus, que pode causar infecções em diversos tecidos, incluindo pulmões e pele.

Como funciona

A técnica consiste em duas etapas. Primeiramente, por meio de estratégias de engenharia genética, as bactérias passam a produzir um complexo emissor de luminescência, formado pela junção de uma proteína-alvo com uma luciferase. Essa luciferase é uma enzima originalmente encontrada em camarões abissais capazes de emitir luz azul. Em seguida, uma molécula receptora de luz, chamada de tracer (marcador), é adicionada ao meio de cultura contendo bactérias. Esse tracer entra na bactéria e se liga diretamente na proteína-alvo e tem a capacidade de absorver a luz azul produzida pela luciferase e reemiti-la na forma de fluorescência vermelha. Essa troca de energia em forma de luz é chamada de BRET. Dessa forma, explica Fanti, pequenas moléculas ou compostos podem ser avaliados e selecionados a partir de sua capacidade de penetrar na bactéria e deslocar o tracer da proteína-alvo, causando uma diminuição no sinal de BRET.

Segundo os autores, o estudo é particularmente importante para impulsionar o desenvolvimento de novos antibióticos e lidar com a crescente ameaça representada por bactérias multirresistentes.

“O surgimento de resistência antimicrobiana supera em muito a nossa capacidade atual de descobrir, desenvolver e aprovar novos antimicrobianos, especialmente aqueles direcionados a patógenos Gram-negativos [grupo ao qual pertencem diversos agentes causadores de doença em humanos, como E. coli, Shigella, Salmonella, Pseudomonas e Legionella pneumophila] e às micobactérias [causadoras de doenças como tuberculose e hanseníase]”, explica Couñago.

O Relatório Anual da Organização Mundial da Saúde (OMS) que analisa o estágio de desenvolvimento de novos agentes antibacterianos aponta que o tempo médio de progressão de um novo fármaco candidato a antibiótico do estágio pré-clínico para o clínico é de dez a 15 anos. Apenas um em cada 15 candidatos a medicamentos chegará aos pacientes. No caso de antibióticos totalmente novos, esse número é de um para 30. As barreiras ao desenvolvimento de novos produtos incluem o longo caminho para aprovação, alto custo e baixas taxas de sucesso.

Validação

Para saber se o BRET seria de fato efetivo para se estudar bactérias, os pesquisadores fizeram uma prova de conceito. Para isso, criaram uma linhagem de E. coli que produzia a proteína diidrofolato redutase (DHFR), um alvo de antibióticos, adicionada de uma luciferase. A bactéria foi então tratada com um antibiótico de eficiência já conhecida, a trimetoprima, que se liga à DHFR. O resultado foi o deslocamento do tracer pelo antibiótico. Ou seja, o método BRET funcionou em bactérias.

Os pesquisadores então testaram uma biblioteca de compostos em E. coli e, inclusive, encontraram um novo composto com potencial antibiótico.

Outro aspecto importante para a ação de um antibiótico que foi avaliado é o tempo em que o composto fica na célula, ou seja, o tempo de retenção do antibiótico. “Não basta apenas entrar, a molécula precisa acumular na célula bacteriana para driblar as estratégias de defesa”, explica Fanti. Usando o BRET, os pesquisadores também conseguiram medir esse parâmetro para a trimetoprima.

Em seguida, o teste foi feito em outro tipo de bactéria, a Mycobacterium abscessus, que tem paredes celulares menos permeáveis que as de E. coli. Os resultados também foram positivos.

Embora todos esses resultados sejam promissores, a técnica tem algumas limitações. É preciso que ligantes da proteína-alvo com mecanismo de ação conhecido estejam disponíveis. “Essa informação é crucial para desenvolver um tracer e adicionar uma luciferase na proteína-alvo. Só assim a transferência de energia, ou seja, o BRET, pode acontecer”, pontua Fanti.

Os próximos passos do estudo são ampliar o uso da técnica para outros patógenos bacterianos e parasitas.

O artigo A Target Engagement Assay to Assess Uptake, Potency, and Retention of Antibiotics in Living Bacteria pode ser lido aqui

* Com informações da Assessoria de Comunicação do CQMED.

 

 

 

 

Fonte: FAPESP 12.07.2022

antibióticos

Posts relacionados

Regulatórios

Antibióticos prescritos por enfermeiros mudam dinâmica farmacêutica

Ciência & Tecnologia

Avanços científicos no desenvolvimento de antibióticos menos tóxicos

Ciência & Tecnologia

Vacinas podem diminuir uso de antibióticos em até 22%, aponta OMS

Ciência & Tecnologia

Terapia à base de luz reduz resistência de bactéria a antibióticos

Ciência & Tecnologia

Nova técnica ajuda a descobrir se bactéria que causa meningite é resistente a antibióticos

Saúde & Bem-estar

Mais vitaminas, menos antibióticos: o consumo de remédios na pandemia

Mácron
Agilent
Nemera
FiSA
Barentz
Samsung 2022
BioPharma
Mais lidas
🔥 Mais lidas

Ver mais

Regulatórios & Segurança
Regulatórios & Segurança

Ver mais

InternacionalRegulatórios
FDA intensifica fiscalização sobre medicamentos manipulados à base de GLP-1
InternacionalRegulatórios
FDA avança em novas diretrizes e aprova terapias inovadoras em período intenso de decisões
Regulatórios
Anvisa reforça critérios para produtos manipulados
Regulatórios
Anvisa atualiza análise farmacocinética de biossimilares
Regulatórios
Anvisa aprova tratamento não hormonal para menopausa
Eventos do Setor
  • 04 ago
    Food Ingredients South America 2026
    04/08/2026 a 06/08/2026
  • 19 ago
    Newtopia Now 2026
    19/08/2026 a 21/08/2026
  • 31 ago
    SIAL Shenzhen 2026
    31/08/2026 a 02/09/2026
  • 02 set
    Vitafoods Asia 2026
    02/09/2026 a 04/09/2026
  • 17 out
    SIAL Paris 2026
    17/10/2026 a 21/10/2026
  • 28 set
    Analitica Latin America 2027
    28/09/2027 a 30/09/2027
Fique por dentro!
Receba as principais notícias e tendências do setor direto no seu e-mail.
Parceiros
Innovation Business Media

Grupo de mídia especializado dedicado ao desenvolvimento do mercado de alimentos funcionais e suplementos, com foco em ingredientes, tecnologias, inovação e soluções para a indústria.

Siga-nos

Instagram Linkedin-in

Contato

  • contato@innovationmedia.com.br
  • (11) 5588-4256
  • Av. Eng. Armando de A. Pereira, 2937 Cj 205, 2° andar – Bloco A – Jabaquara São Paulo – SP · CEP 04309-011
Instagram LinkedIn
Editorias
  • Suplementos
  • Alimentos & Bebidas Funcionais
  • Nutri Esportiva
  • Infantil & Materno
  • Plant Based
Institucional
  • O Nutra Innovation
  • Quem Somos
  • Cadastre-se
  • Anuncie
  • Contato
Explore Nossas Marcas

Agri
Innovation

Cosmetic
Innovation

Food
Innovation

Household
Innovation

NUTRA
Innovation

Pharma
Innovation

PAINT
Innovation

Innovation
Live Mktg

Revista H&C

© 2026 Nutra Innovation · Innovation Business Media Ltda. · Todos os direitos reservados
  • Termos de uso
  • Política de Privacidade
  • Sobre Cookies
  • Sobre o uso de I.A. generativa

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Nós utilizamos cookies com objetivo de prover a melhor experiência no uso do nosso site. Leia nossa Política de uso de cookies para entender quais cookies nós usamos e quais informações coletamos em nosso portal. Ao continuar sua navegação, você concorda que podemos armazenar cookies no seu dispositivo.