Close Menu
  • Home
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
  • Cadastre-se
  • Quem Somos
  • Contato
  • Anuncie
  • Pauta Editorial 2026
  • Últimas Notícias NI

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Branding fortalece a conexão das farmacêuticas com os consumidores

15/07/2026 · 09:30

EMA intensifica os esforços em relação a medicamentos para a saúde da mulher

13/07/2026 · 10:18

Conflito no Oriente Médio pressiona produção farmacêutica na Europa

13/07/2026 · 10:08
Instagram LinkedIn
  • Pauta Editorial 2026
  • Anuncie
  • > Newsletter
  • Contato
LinkedIn Instagram
Pharma InnovationPharma Innovation
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
Newsletter
  • Home
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
  • Cadastre-se
  • Quem Somos
  • Contato
  • Anuncie
  • Pauta Editorial 2026
  • Últimas Notícias NI
Instagram LinkedIn
Pharma InnovationPharma Innovation
Início » Sem injeções: vacina em spray desenvolvida pela USP pode ser aposta brasileira contra Covid-19
Ciência & Tecnologia Por Janaina7 minutos de leitura14/08/2020 · 16:16

Sem injeções: vacina em spray desenvolvida pela USP pode ser aposta brasileira contra Covid-19

Compartilhe WhatsApp LinkedIn Email Copy Link
Siga-nos:
Instagram LinkedIn
WhatsApp LinkedIn Email Copy Link

De acordo com a USP, para garantir a imunização, serão necessárias a aplicação de quatro doses – duas em cada narina, com intervalo de 15 dias

Enquanto o mundo corre contra o tempo para conseguir uma vacina contra o novo coronavírus, pesquisadores da Faculdade de Medicina e Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP) apostam em um projeto de uma vacina sem agulhas ou injeções, mas em spray, com aplicação nasal.

O objetivo da aplicação pelas vias nasais é induzir uma resposta mais rápida do organismo ao vírus, uma vez que a aplicação intranasal permite que a vacina chegue nas vias aéreas superiores e nos pulmões, o que faz com que o sistema imunológico atue nessas áreas que podem ser mais comprometidas pela infecção de forma mais intensa.

O modelo de imunização, que já era testado em camundongos contra hepatite B, foi redirecionado para tentar frear a disseminação do SarS-Cov-2, vírus causador da Covid-19.

Como explicou Marco Antonio Stephano, médico e coordenador da equipe de pesquisadores da USP, o medicamento foi desenvolvido a partir de uma nanopartícula de uma substância natural. E, dentro dela, foi colocada uma proteína do vírus.

A expectativa do grupo é que o medicamento induza o corpo a produzir a IgA secretora – anticorpos presentes na saliva, na lágrima, no colostro e em superfícies do trato respiratório, intestino e útero, que podem auxiliar no combate à covid-19.

“Além de inibir a entrada do patógeno na célula, a vacina impedirá a colonização deles no local da aplicação”, explicou Stephano em entrevista ao Jornal da USP.

De acordo com a USP, para garantir a imunização, serão necessárias a aplicação de quatro doses – duas em cada narina, com intervalo de 15 dias. Os pesquisadores também estimam que o produto seja repassado ao público a um custo de R$ 100.

Também estão participando da pesquisa virologistas e imunologistas do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, especialistas em nanotecnologia do Instituto de Química da USP, pesquisadores da Plataforma Científica Pasteur-USP, e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Porém, é importante ressaltar que essa vacina brasileira ainda está na fase de testagem pré-clínica. Isso significa que os testes das fases 1 e 2 ainda não começaram.

Segundo os pesquisadores, a primeira fase de avaliações clínicas deve ser iniciada até o fim de novembro. Ou seja, ainda devemos esperar alguns meses para que os testes em seres humanos comecem efetivamente. A estimativa é que a vacina possa sair ainda em 2021, caso todos os próximos testes sejam bem sucedidos.

Etapas da produção de uma vacina

Depois que uma vacina é desenvolvida, o teste de eficácia do medicamento se divide em duas grandes etapas. A primeira delas é a pré-clinica, na qual são realizados testes em animais para comprovação dos dados obtidos em experimentações in vitro. E a segunda é a etapa dos testes clínicos em seres humanos, que é subdividida em três fases.

A primeira testa o medicamento em um menor número de voluntários (entre 20 e 80). Na segunda, esse número já chega a centenas de testados. Já a última etapa do teste clínico – a fase três – testa a eficácia do medicamento em um maior contingente de pessoas, que chega na casa dos milhares. Passada essa fase, a vacina é aprovada e pode ser produzida em larga escala.

Atualmente, a OMS aponta que 139 vacinas estão em desenvolvimento. Outras 26 já estão na etapa de testes clínicos, sendo seis delas na fase três. Dessas seis vacinas em fase final, duas estão sendo testadas no Brasil, a da Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca e a da chinesa Sinovac.

Ainda que a vacina spray da USP esteja em fases incipientes, seu desenvolvimento é um passo importante para que o Brasil caminhe para uma produção autossuficiente no futuro.

Vacinas em teste no Brasil

Das quatro vacinas contra a Covid-19 testadas no país, três estão na fase três e a quarta está esperando a aprovação para entrar na última fase também.

A vacina da Oxford, em parceria com a AstraZeneza, a vacina da chinesa Sinovac, em parceria com o Instituto Butantan, também chamada de CoronaVac, e a vacina da americana Pfizer em parceria com a alemã BioNTech são as que estão na fase três. Já a vacina da chinesa Sinopharm, em parceria com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), deve realizar a solicitação para iniciar os estudos de imunização na próxima semana.

Segundo o Ministério da Saúde, o acordo de transferência de tecnologia entre a Fiocruz e a vacina da Oxford e AstraZeneca prevê a disponibilização de 15 milhões de doses para o Brasil até dezembro, e a expectativa é que esse primeiro lote seja liberado em janeiro do ano que vem.

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, afirmou que o acordo de transferência de tecnologia da chinesa Sinovac para o instituto prevê um envio de 30 milhões de doses da vacina contra a Covid-19. O diretor acredita que a vacina pode estar pronta para o registro ainda em outubro, com a disponibilização ocorrendo em janeiro de 2021.

“Todos os processos de controle de qualidade e validação já se iniciaram. A grande pergunta é se estará registrada e aprovada pelo estudo clínico e poderá ser utilizada. Sou muito otimista. Acho que um prazo razoável seria janeiro de 2021, dado o desempenho até o presente momento”, afirmou o diretor em audiência pública virtual.

Sobre a CoronaVac, Covas disse que o Estado de São Paulo também receberá 15 milhões de doses de vacina chinesa. “A vacina estará disponível aqui no Butantan já em outubro. Nesse mês, receberemos cinco milhões de doses. Em novembro, mais cinco milhões e, em dezembro, mais cinco milhões. Essas doses já estão sendo produzidas lá na China, então no fim deste ano teremos 15 milhões de doses disponíveis aqui”, declarou o diretor em entrevista à Globo News.

Seguindo a linha de otimismo do diretor, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que é possível que a população brasileira esteja totalmente vacinada contra o novo coronavírus até fevereiro de 2021. Segundo ele, caso necessário, o Instituto Butantan pode ajudar na produção de outras vacinas que se comprovarem seguras, além da chinesa, como a de Oxford. “Se tiver alguma dificuldade da Fiocruz [com a vacina da Oxford e AstraZeneca], poderemos ajudar na produção da de Oxford [com o Instituto Butantan]”, afirmou o governador.

A vacina desenvolvida pela americana Pfizer em parceria com a BioNtech começou a realizar sua etapa de testes clínicos no Brasil no começo de agosto. De acordo com Márjori Dulcine, diretora médica da Pfizer no Brasil, a expectativa é que em outubro, já com os resultados da fase três em mãos, a vacina possa ser apresentada às autoridades.

A meta da Pfizer – que já mobilizou suas cinco plantas fabris para se preparar para produção do medicamento – é produzir 100 milhões de doses ainda este ano e um adicional de 1,3 bilhão em 2021.

Já sobre a vacina chinesa da Sinopharm, falta ainda os responsáveis pelos ensaios clínicos enviarem um pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para realizar os estudos de imunização no país. De acordo com Jorge Callado, diretor do Tecpar, o acordo da Sinopharm com o governo do Paraná também prevê a transferência de tecnologia para produção própria, caso a vacina seja aprovada para uso.

“Nesse estágio da parceria estamos focados na realização dos estudos clínicos em fase três e aguardando os resultados da testagem no Brasil. Vencida a etapa da fase três, iniciaremos um novo protocolo com a empresa Sinopharm, para tratarmos da questão da produção”, afirmou Callado, em entrevista à agência de notícias Reuters.

Ainda no Paraná, o governo de Ratinho Jr. (PSD) se reuniu nesta quarta-feira (12) com representantes de Moscou para fechar uma parceria para obter a vacina russa.

Segundo informou o governo paranaense, o acordo é uma espécie de “protocolo de intenções” para que a vacina eventualmente seja testada no estado e, quem sabe, produzida também. Entretanto, tudo precisa ser referendado pela Anvisa, que também compartilha das dúvidas da OMS sobre o agente imunizador anunciado por Putin.

 

 

 

 

Fonte: Infomoney 14.08.2020

Covid-19 USP Vacina em spray

Posts relacionados

Internacional

Empresas farmacêuticas investem em digitalização, parcerias e expansão industrial

Ciência & Tecnologia

Probiótico desenvolvido na USP mostra potencial para prevenir diabetes tipo 1

Ciência & Tecnologia

Nanotecnologia viral contra inflamações pulmonares

Ciência & Tecnologia

Anvisa aprova atualização das vacinas contra a Covid-19 com inclusão da cepa LP.8.1

COVID-19

Pfizer entrega novas doses de vacinas contra a COVID-19 ao Ministério da Saúde

Ciência & Tecnologia

USP e UFSJ iniciam parceria com a Biolab para avanço em pesquisa na área de saúde

Barentz
Agilent
Mácron
Nemera
FiSA
Samsung 2022
BioPharma
Mais lidas
🔥 Mais lidas

Ver mais

Regulatórios & Segurança
Regulatórios & Segurança

Ver mais

InternacionalRegulatórios
FDA intensifica fiscalização sobre medicamentos manipulados à base de GLP-1
InternacionalRegulatórios
FDA avança em novas diretrizes e aprova terapias inovadoras em período intenso de decisões
Regulatórios
Anvisa reforça critérios para produtos manipulados
Regulatórios
Anvisa atualiza análise farmacocinética de biossimilares
Regulatórios
Anvisa aprova tratamento não hormonal para menopausa
Eventos do Setor
  • 04 ago
    Food Ingredients South America 2026
    04/08/2026 a 06/08/2026
  • 19 ago
    Newtopia Now 2026
    19/08/2026 a 21/08/2026
  • 31 ago
    SIAL Shenzhen 2026
    31/08/2026 a 02/09/2026
  • 02 set
    Vitafoods Asia 2026
    02/09/2026 a 04/09/2026
  • 17 out
    SIAL Paris 2026
    17/10/2026 a 21/10/2026
  • 28 set
    Analitica Latin America 2027
    28/09/2027 a 30/09/2027
Fique por dentro!
Receba as principais notícias e tendências do setor direto no seu e-mail.
Parceiros
Innovation Business Media

Grupo de mídia especializado dedicado ao desenvolvimento do mercado de alimentos funcionais e suplementos, com foco em ingredientes, tecnologias, inovação e soluções para a indústria.

Siga-nos

Instagram Linkedin-in

Contato

  • contato@innovationmedia.com.br
  • (11) 5588-4256
  • Av. Eng. Armando de A. Pereira, 2937 Cj 205, 2° andar – Bloco A – Jabaquara São Paulo – SP · CEP 04309-011
Instagram LinkedIn
Editorias
  • Suplementos
  • Alimentos & Bebidas Funcionais
  • Nutri Esportiva
  • Infantil & Materno
  • Plant Based
Institucional
  • O Nutra Innovation
  • Quem Somos
  • Cadastre-se
  • Anuncie
  • Contato
Explore Nossas Marcas

Agri
Innovation

Cosmetic
Innovation

Food
Innovation

Household
Innovation

NUTRA
Innovation

Pharma
Innovation

PAINT
Innovation

Innovation
Live Mktg

Revista H&C

© 2026 Nutra Innovation · Innovation Business Media Ltda. · Todos os direitos reservados
  • Termos de uso
  • Política de Privacidade
  • Sobre Cookies
  • Sobre o uso de I.A. generativa

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Nós utilizamos cookies com objetivo de prover a melhor experiência no uso do nosso site. Leia nossa Política de uso de cookies para entender quais cookies nós usamos e quais informações coletamos em nosso portal. Ao continuar sua navegação, você concorda que podemos armazenar cookies no seu dispositivo.