Close Menu
  • Home
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
  • Cadastre-se
  • Quem Somos
  • Contato
  • Anuncie
  • Pauta Editorial 2026
  • Últimas Notícias NI

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Branding fortalece a conexão das farmacêuticas com os consumidores

15/07/2026 · 09:30

EMA intensifica os esforços em relação a medicamentos para a saúde da mulher

13/07/2026 · 10:18

Conflito no Oriente Médio pressiona produção farmacêutica na Europa

13/07/2026 · 10:08
Instagram LinkedIn
  • Pauta Editorial 2026
  • Anuncie
  • > Newsletter
  • Contato
LinkedIn Instagram
Pharma InnovationPharma Innovation
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
Newsletter
  • Home
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
  • Cadastre-se
  • Quem Somos
  • Contato
  • Anuncie
  • Pauta Editorial 2026
  • Últimas Notícias NI
Instagram LinkedIn
Pharma InnovationPharma Innovation
Início » Entenda melhor como novos antibióticos agem sobre as superbactérias
Ciência & Tecnologia Por Janaina6 minutos de leitura04/12/2019 · 17:21

Entenda melhor como novos antibióticos agem sobre as superbactérias

Compartilhe WhatsApp LinkedIn Email Copy Link
Siga-nos:
Instagram LinkedIn
WhatsApp LinkedIn Email Copy Link

Segundo estimativas do Governo britânico, 700 mil pessoas morrem ao ano por causa de infecções. Entre 2015 e 2020, é possível que o número de mortos devido a consequências de infecções causadas pelas chamadas “superbactérias” chegue a 2,4 milhões, como mostra uma estimativa da OCDE. Os dados foram divulgados pelo jornal Folha de S. Paulo.

O mesmo portal divulgou também que, segundo uma estimativa americana, 20 a 50% dos tratamentos com antibióticos nos EUA são desnecessários ou incorretos. Mas você sabe o que são as “superbactérias”?

Antes de partirmos para o nosso artigo, esclarecemos que, tecnicamente, o termo “superbactéria” não é correto. Na comunidade científica, essas bactérias são chamadas de multirresistentes. Para fins práticos e para melhorar a acessibilidade de nosso conteúdo, porém, adotamos o termo “superbactéria” em nosso artigo, entre aspas.

Vamos descobrir como a indústria está lidando com esses micro-organismos resistentes e como eles surgem? Acompanhe!

O que são as superbactérias?

As bactérias multirresistentes ou “superbactérias” são aquelas capazes de resistir aos mais modernos antibióticos. A primeira assim denominada foi a KPC (Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase), que desenvolveu resistência a medicamentos variados, como os carbapenêmicos.

Embora o termo “superbactéria” já não seja tecnicamente correto, ele define satisfatoriamente a origem desses micro-organismos. Afinal, quando os antibióticos são usados de maneira inadequada, eles provocam uma seleção de bactérias mais resistentes em um processo perigoso. Basicamente, as bactérias que sobrevivem aos antibióticos geram outras que também são resistentes (conhecidas como multirresistentes).

Apesar de serem muito perigosas, as “superbactérias” não apresentam risco de pandemia, pois raramente causam doenças em pessoas saudáveis — ou seja, os micro-organismos multirresistentes são seres oportunistas.

Mal uso de antibióticos e o surgimento das superbactérias

A imunidade de micro-organismos a certos antibióticos não é exatamente uma novidade. Desde a descoberta da penicilina, em 1928, a comunidade científica tem ciência dessas espécies. Em geral, esses micróbios degradam ou têm meios de se livrar das moléculas agressoras.

O problema é que, se os antibióticos são mal aplicados, eles destroem as bactérias que não teriam tanto poder assim. Sobram apenas as que são bastante resistentes, o que gera, por consequência, infecções difíceis de combater com os recursos farmacológicos que temos hoje.

Alguns hospitais já têm recorrido a estratégias para evitar a proliferação de “superbactérias”. Nesses ambientes, o consumo de antibióticos é muito alto, sendo que eles são bastante favoráveis a infecções multirresistentes.

A Santa Casa de Santos, por exemplo, reduziu o tempo de internação dos pacientes. Isso não significa que eles estejam ganhando alta mais depressa, pois a alta hospitalar não é alta médica. Essa desospitalização é assistida, de modo que os processos sejam conduzidos com qualidade e segurança.

Com parceria da prefeitura, o hospital leva a medicação a domicílio para os pacientes, se necessário. Dessa forma, desde o ano em que foi implementada, 2017, a medida já economizou mais de mil dias de UTI, abrindo vagas para outras pessoas.

Outras medidas também são bem-vindas. Ao fazer a gestão de antibióticos (“stewardship”, em inglês), é preciso considerar as especificidades do país e do lugar. Assim, ao preparar o corpo clínico do hospital, é preciso informá-lo sobre a realidade microbiológica do local e quais as melhores opções terapêuticas para os pacientes. Para ajudar nessa tarefa, alguns hospitais criam comissões de controle de infecções hospitalares.

A cada seis meses ou um ano, as equipes hospitalares também precisam fazer um inventário dos patógenos presentes no hospital e entender o perfil e resistência deles. Graças a medidas como essas, o hospital HCor, conforme informado à Folha, reduziu em 20% o uso de antibióticos e em 25%, de antifúngicos.

Ações como essas podem ser implementadas com o auxílio de farmacêuticas, que têm expertise para conduzir programas de stewardship, construir laboratórios de microbiologia e treinar a equipe de profissionais de saúde.

Quais são os novos antibióticos para superbactérias?

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem aprovado alguns medicamentos para lidar com o problema causado pelos micro-organismos resistentes. Em 2018, ela autorizou o ceftolozana-tazobactam, cujo nome comercial é Zerbaxa, para o tratamento de infecções causadas por bactérias resistentes a antibióticos. Esse medicamento, fabricado pela MSD, é de uso hospitalar e indicado para o tratamento de infecções intra-abdominais e as do trato urinário.

Entre as bactérias combatidas pelo Zerbaxa está a Pseudomonas aeruginosa, considerada como uma das três mais resistentes, como informa uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde, divulgada em um portal especializado. A notícia trouxe entusiasmo para a comunidade médica, já que 40% dos casos de infecção por Pseudomonas aeruginosa detectados em nosso país apresentam resistência aos remédios. A bactéria é especialmente comum em UTI’s.

No mesmo ano, a Anvisa também aprovou o Torgena (avibactam + ceftazidima), indicado para pacientes adultos que tenham infecção intra-abdominal complicada, infecção do trato urinário acentuada e pneumonia adquirida no hospital (incluindo os casos associados à ventilação mecânica).

O Torgena é especialmente indicado para bactérias como Pseudomonas aeruginosa, Klebsiella pneumoniae produtora de carbapenemase (KPC) e as enterobactérias produtoras de ESBL (β-lactamases de espectro estendido).

Conhecimentos multidisciplinares no combate aos micro-organismos resistentes

Para combater os micro-organismos multirresistentes, a indústria farmacêutica, as instituições de saúde, governos e especialistas em tecnologia têm se unido em torno de práticas e recursos.

Em dezembro de 2018, a agência publicou regras para a interpretação de testes de sensibilidade a antibióticos, que são essenciais na escolha do melhor tratamento. A orientação é que os profissionais responsáveis optem sempre pela estratégia mais branda possível para exterminar os micro-organismos. A agência também indica que as receitas de antibióticos fiquem retidas nas farmácias para que o uso indiscriminado desses medicamentos seja coibido.

Há também medidas eficazes para o momento da compra do medicamento. Desde 2010, o Governo Federal determina a obrigatoriedade do uso de uma receita especial em duas vias para a compra de antibióticos. Com isso, evitamos a compra indiscriminada de remédios sem que haja prescrição médica para tal.

Mecanismos de rastreamento são cruciais para manutenção dessa política, pois a venda de antibióticos é acompanhada pela Anvisa e pelas vigilâncias sanitárias dos municípios e estados. Semanalmente, as farmácias precisam informar todas as aquisições e vendas de antibióticos.

Ainda não há medidas sistematizadas para o uso de antibióticos em animais destinados à alimentação. O uso incorreto desses medicamentos na ração pode causar efeitos piores na proliferação de “superbactérias”, pois os medicamentos são ministrados em subdose, o que favorece a seleção das bactérias mais resistentes.

O uso indiscriminado de antibióticos é um dos principais causadores do surgimento de micro-organismos resistentes, também conhecidos como “superbactérias”. Por isso, a Anvisa já autorizou a aplicação de medicamentos mais eficientes no combate a essas bactérias. Além disso, hospitais, indústrias e governos têm se unido em torno de medidas para que os medicamentos sejam ministrados de maneira mais responsável e o controle de infecções em hospitais seja mais eficiente.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Talk Science 21.11.19

antibióticos superbactérias

Posts relacionados

Regulatórios

Antibióticos prescritos por enfermeiros mudam dinâmica farmacêutica

Ciência & Tecnologia

Avanços científicos no desenvolvimento de antibióticos menos tóxicos

Ciência & Tecnologia

Vacinas podem diminuir uso de antibióticos em até 22%, aponta OMS

Ciência & Tecnologia

Terapia à base de luz reduz resistência de bactéria a antibióticos

Ciência & Tecnologia

Nova técnica ajuda a descobrir se bactéria que causa meningite é resistente a antibióticos

Ciência & Tecnologia

Método pode agilizar a descoberta de novos antibióticos

Agilent
Mácron
Nemera
Barentz
FiSA
BioPharma
Samsung 2022
Mais lidas
🔥 Mais lidas

Ver mais

Regulatórios & Segurança
Regulatórios & Segurança

Ver mais

InternacionalRegulatórios
FDA intensifica fiscalização sobre medicamentos manipulados à base de GLP-1
InternacionalRegulatórios
FDA avança em novas diretrizes e aprova terapias inovadoras em período intenso de decisões
Regulatórios
Anvisa reforça critérios para produtos manipulados
Regulatórios
Anvisa atualiza análise farmacocinética de biossimilares
Regulatórios
Anvisa aprova tratamento não hormonal para menopausa
Eventos do Setor
  • 04 ago
    Food Ingredients South America 2026
    04/08/2026 a 06/08/2026
  • 19 ago
    Newtopia Now 2026
    19/08/2026 a 21/08/2026
  • 31 ago
    SIAL Shenzhen 2026
    31/08/2026 a 02/09/2026
  • 02 set
    Vitafoods Asia 2026
    02/09/2026 a 04/09/2026
  • 17 out
    SIAL Paris 2026
    17/10/2026 a 21/10/2026
  • 28 set
    Analitica Latin America 2027
    28/09/2027 a 30/09/2027
Fique por dentro!
Receba as principais notícias e tendências do setor direto no seu e-mail.
Parceiros
Innovation Business Media

Grupo de mídia especializado dedicado ao desenvolvimento do mercado de alimentos funcionais e suplementos, com foco em ingredientes, tecnologias, inovação e soluções para a indústria.

Siga-nos

Instagram Linkedin-in

Contato

  • contato@innovationmedia.com.br
  • (11) 5588-4256
  • Av. Eng. Armando de A. Pereira, 2937 Cj 205, 2° andar – Bloco A – Jabaquara São Paulo – SP · CEP 04309-011
Instagram LinkedIn
Editorias
  • Suplementos
  • Alimentos & Bebidas Funcionais
  • Nutri Esportiva
  • Infantil & Materno
  • Plant Based
Institucional
  • O Nutra Innovation
  • Quem Somos
  • Cadastre-se
  • Anuncie
  • Contato
Explore Nossas Marcas

Agri
Innovation

Cosmetic
Innovation

Food
Innovation

Household
Innovation

NUTRA
Innovation

Pharma
Innovation

PAINT
Innovation

Innovation
Live Mktg

Revista H&C

© 2026 Nutra Innovation · Innovation Business Media Ltda. · Todos os direitos reservados
  • Termos de uso
  • Política de Privacidade
  • Sobre Cookies
  • Sobre o uso de I.A. generativa

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Nós utilizamos cookies com objetivo de prover a melhor experiência no uso do nosso site. Leia nossa Política de uso de cookies para entender quais cookies nós usamos e quais informações coletamos em nosso portal. Ao continuar sua navegação, você concorda que podemos armazenar cookies no seu dispositivo.